Sabe-se que o país, começando pelo conhecimento, carece de cursos não engessados pelo MEC, os quais não focam nas reais necessidades da sociedade. Enquanto a esquerda tomou conta das universidades públicas, hoje, totalmente alienadas, o ensino superior privado, com exceção das instituições laicas, tomou um outro rumo, autofágico abrindo capital, com o que precisam dar dividendos sempre crescente para seus investidores. Como aumentá-los com a evasão de matrículas e redução das ofertas de trabalho com carteira assinada, como acontece com os cursos de direito e contábeis? Por que escondem de seus alunos a verdade?
Pior, os mestres totalmente passivos, em sua maioria, não tomam as atitudes que deveriam e pouco contribuem sem apresentar a nova tecnologia das legaltechs, accountechs e fintechs, estimulando o empreendedorismo. Via de regra de forma inapropriada, apenas inserem nos seus currículos, a informação de que dão aulas na universidade aqui ou ali para valorizá-los, como uma forma de remuneração indireta, sem dar o retorno que a academia e seus alunos merecem. Uma vergonha não controlada pelas instituições empregadoras.
Noutra ótica, em uma interessante miopia de marketing as universidades tratam os acadêmicos como alunos quando estes na verdade são clientes. Poucas faculdades têm cursos e atividades sobre empreendedorismo e / incubação de escritórios de advocacia, de contabilidade, finanças, de marketing e por aí a fora.
Assim, nessa miopia não conseguem enxergar novas atividades e formas inovadoras de obtenção de receitas e atração de alunos, principalmente, do exterior já que nos EUA os custos são extremamente altos, desde que se unissem nesse objetivo, oferecendo cursos de português gratuitos, fazendo as adaptações necessárias, como faz o Japão, uma das proposições de inovação da solução.
Noutra estrada no país, são poucas as universidades que têm Centros de Empreendedorismos propostos pela solução, que deveriam de fazer parte de todas as 2.500 universidades do país e suas faculdades, com os novos cursos, de incubadoras e aceleradoras de startups.
O exemplo mais importante é o do Martin Trust for Entrepreneurship do Massachusetts Institute of Technology dos EUA que já apoio na criação de mais de 39 mil empresas responsáveis pela geração de oportunidades de trabalho para perto de 4,9 milhões de pessoas como pode ser visto na imagem abaixo, visto no seu relatório de 2017.
A solução se propõe a trazer para o pais tal experiência.
As universidades do país que deveriam contribuir para seu desenvolvimento, com os problemas elencados acima não conseguirão realizar tal feito nos próximos 50 anos.
Assim, as quase 19 milhões de empresas do país é que podem via a solução Universidades Corporativas em Rede e a Universidade Virtual da Inclusão Social auxiliar aos quase 62 milhões de inadimplentes a se capacitarem e voltar ao mercado de trabalho como empreendedores.
Finalmente para auxiliar as quase 4.9 milhões de empresas em dificuldade, as faculdades poderiam ter 2 serviços: 1- Consultoria Supervisionada, gratuita, feita por mestres, profissionais empreendedores e alunos; 2- Programa de Análise de Balanços e Projeções de Resultados como proposto na solução Laboratório de Finanças e Mercado de Capitais que toda universidade deveria ter, auxiliando sua comunidade.
Dentro desse imenso novo universo do conhecimento é que surgirão centenas de milhares de startups.
E examinando o universo das pessoas físicas, a solução propõe se especializar nos 5% classe A da população brasileira que tem uma renda familiar acima de recebem acima R$ 10,3 mil / mês estimada em 10,5 milhões de pessoas.
A Socopar Sociedade de Controle & Participações mantenedora desde blog têm várias propostas que podem ser vistas no seu website, que pode ser acessado pelo link ao final da imagem.
Para entender mais sobre o universo das startup veja como se apresenta esse ambiente conhecido por ecosistema. quando todos os players se unem para criar um esforço colaborativo, trocando experiências, facilitando o crescimento exponencial e a seguir um relatório de um escritório de advogados.